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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Como criar partições no HD



Toda vez que você precisa formatar o computador, uma pergunta lhe vêm à cabeça: onde colocar todos os seus arquivos para não perdê-los? Situações como esta podem ser evitadas criando partições no HD. Claro que tarefas assim não são triviais e exigem um pouco de conhecimento de informática por parte do usuário. O Baixaki preparou este artigo a fim de sanar qualquer dúvida do usuário.


Partições no disco?


Para quem não é da área, o termo partições de disco pode ser um pouco estranho. Criar partições no disco nada mais é do que “dividir” seu HD em duas ou mais partes. Calma, para esta divisão você não precisará de serrotes ou outra ferramenta do gênero.
Ao abrir a opção “Meu Computador” em seu PC e acessar o disco local, geralmente designado por C:, na verdade você está utilizando uma partição do disco que, nesse caso, é única.

Partições de disco???

Cada divisão criada é designada por uma letra do alfabeto seguida de dois pontos. Você pode ter: C:D:E:G: e assim por diante, cada uma dando acesso à uma partição.
Para ajudar a entender, imagine uma loja de departamento, que pode ser dividida em diversos setores. A loja em si seria o HD e, cada setor poderia ser uma partição diferente. Assim, você pode ter uma loja com apenas um setor, ou vários setores, tudo de acordo com a sua necessidade. Da mesma forma como você pode caminhar por cada setor da loja de forma independente, o acesso à cada divisão do disco não depende das demais.

Por que particionar o disco?


Como supracitado, algumas vezes é preciso formatar o computador e sempre surge a pergunta: onde colocar os arquivos para não perdê-los? O uso de partições no disco pode solucionar problemas como este.
Como? Simples, suponha que seu HD possui duas partições; em uma delas você pode instalar o sistema operacional e na outra guardar seus arquivos. Se surgir algum problema que exija formatação, basta realizá-la na parte que possui o sistema operacional, deixando seus arquivos intactos.
Outra utilidade para a criação de partições é possibilidade de instalar vários sistemas operacionais em uma mesma máquina, usando apenas um disco rígido. Cada sistema funciona de forma independente do outro, e apenas o espaço designado para cada partição é usado.

Sistema de arquivos


Durante a formatação e o particionamento de um HD, é preciso escolher o sistema de arquivos que será utilizado pelo sistema operacional. Este sistema nada mais é do que a maneira com a qual os dados serão armazenados e manipulados no disco. Cada sistema operacional possui sistemas de arquivos diferentes. O Windows, por exemplo, trabalha com FAT16FAT32 e NTFS, enquanto o Linux utiliza EXT2EXT3EXT4ReiserFSXFSJFS e muitos outros.
Mas como saber qual sistema de arquivos usar? Os mais utilizados, no caso do Windows, são NTFS e FAT32. Embora o FAT32 mostra-se mais rápido, o NTFS é mais seguro, permite trabalhar com grande volume de arquivos e possibilita a criação de permissões de acesso aos arquivos de forma mais elaborada, fugindo do padrão usado desde os tempos do MS-DOS (somente leitura, sistema, oculto e arquivo).

Não se assuste, particionar HD não tem segredo.

O FAT16 é o mais antigo dos três sistemas utilizados pelo Windows, e atualmente é pouco usado.
Para o sistema operacional Linux, o sistema mais usado é o EXT4. A principal característica deste sistema é o uso do recurso de journaling, que consiste em um “jornal” (diário) das alterações realizadas, permitindo que o sistema seja reparado de forma muito rápida após o desligamento incorreto.
Na dúvida, é recomendado usar o NTFS, pois, como visto, é mais seguro e é o que permite trabalhar com o maior volume de dados.

Como fazer


É possível fazer o particionamento do HD durante a instalação do sistema operacional. Porém, nem todos os usuários sabem fazê-lo. Veja como proceder:
1) No menu “Iniciar” clique com o botão direito do mouse em “Computador” e na sequência em “Gerenciar”.

Como criar partições no HD

2) No painel à esquerda, abra a categoria “Armazenamento” e depois clique em “Armazenamento de disco”.
3) Uma lista com suas partições será exibida. Clique com o botão direito do mouse na partição que deseja alterar.

Como criar partições no HD

4) Para finalizar, acesse a opção “Estender Volume”, "Diminuir Volume” ou "Excluir Volume". Assim você dividir, redimensionar e fazer qualquer alteração na partição em questão.

Usando programas


Existem vários aplicativos que auxiliam os usuários na tarefa antes designada apenas para técnicos ou pessoas com ótimo conhecimento de computadores. Não há como escolher apenas um aplicativo e dizer que é o melhor, pois cada um possui uma tarefa diferenciada. Dentre os programas, o Baixaki selecionou os cinco melhores para dar um breve parecer. São eles:

Como criar partições no HDDesenvolvido pela Symantec, este clássico dos particionadores e proporciona uma maneira rápida e fácil de criar partições no disco. Permite criar, redimensionar, mesclar, deletar e converter partições. É o programa mais usado por profissionais e técnicos de informática.

Como criar partições no HDAssim como o anterior, este aplicativo também é gratuito. Possibilita criar, editar e excluir partições facilmente, além de poder gerenciar as existentes. É extremamente leve e de fácil instalação.

Como criar partições no HDEste aplicativo é considerado pelos usuários o salvador, pois permite recuperar partições perdidas ou excluídas, mesmo depois do uso do FDisk ou de qualquer um dos programa citados. Suporta sistemas de arquivos usado nos Windows 95/98/ME/NT/2000 e XP.

Como criar partições no HDO último aplicativo possui duas versões, umas para rodar em CD e outra para rodar direto do disquete. Com ele você pode criar, deletar, formatar, desfragmentar, modificar, mover e administrar partições em seu disco rígido. É executável através do CD no momento do boot do sistema.
Clique aqui para listar outros programas que você encontra no InfoNet.
O assunto sobre criação de partições é extenso e, se estudado mais a fundo, torna-se um pouco complicado para quem não é da área de informática. Para quem sempre quis dividir o HD, mas tinha medo, os programas acima citados permitem a realização desta tarefa sem problemas. Agora é só colocar a mão na massa.

Everest Ultimate Edition 5.50

O Everest Ultimate Edition é um programa completo de diagnóstico de seu computador. Ele exibe as características do hardware, oferece parâmetros para comparação, gera e exibe relatórios e apresenta alguns aspectos do que está ocorrendo em tempo real em seu computador (como processos em andamento).
Com o uso deste programa, você tem acesso às informações técnicas de seus softwares, placa-mãe, placas de vídeo, HD, memórias, monitor, etc. de forma muito mais completa e detalhada do que o sistema de informações do Windows. Adicionalmente, ele faz testes comparativos com as memórias, monitora a temperatura do computador (processador, placa-mãe, cooler) e cria relatórios contendo todas as informações da sua máquina.
O programa ainda gera relatórios com informações previamente selecionadas e esse processo é bem simples, você escolhe o aspecto no qual deseja um relatório (entre os disponíveis do programa), ele levanta os dados e gera o resultado automaticamente.

 

Everest é um sistema de informações sobre hardware e software de forma bem completa. Ele vem com um banco de dados e informações físicas sobre CPU, placa mãe, disco rígido, drives óticos, placas e muito mais. A informação pode ser exibida na tela, impressa ou salva como relatório em formato HTML ou texto.





Você tem feito backup? De que maneira?


Fazer backup é uma tarefa que muitos usuários adiam o máximo que podem, pois consideram pouco o resultado em vista ao trabalho dado. Quem pensa assim, provavelmente ainda não teve a infelicidade de perder todos os dados importantes de uma empresa, ou de um mês inteiro de trabalho.
Infelizmente, a maioria dos usuários só se convence de que backup é um mal necessário quando perdem todos os arquivos de seus computadores pessoais, sejam músicas, vídeos, documentos, fotos, etc.
Mesmo para usuários que já fazem uma cópia de segurança de seus arquivos, algumas questões ainda são levantas como, por exemplo: quando fazer o backup? De quais arquivos fazer backup? E, a maior dúvida de todas: por quanto tempo guardar um disco de backup?
São perguntas como estas que tentaremos responder neste artigo, além, é claro, de diversas outras questões que devem ser levadas em consideração na hora de criar uma cópia de segurança de seus preciosos dados. Vamos lá então?!

Maneiras de fazer backup


Se você parar para pensar, existem dezenas de maneiras diferentes para se perder os dados presentes em um computador. Quase proporcionalmente a este número são as maneiras de realizar backup. As ferramentas e produtos disponíveis para realizar esta ação são dos mais variados, desde a velha fita até as mais novas tecnologias como DVD e HD externo.


Fita de backup e CDs.

Bom senso


A primeira regra para fazer backup é o bom senso. Se você é o único a utilizar o computador, deve saber quais arquivos são importantes e quais podem ser descartados sem problemas. Agora, no caso de uma máquina ser compartilhada, como acontece na maioria das empresas, é preciso ter em mente que os outros usuários certamente terão arquivos pessoais (ou mesmo da empresa) que não desejam perder. Para resolver questões com esta, a imaginação é o limite.
Você pode criar uma lista com o nome dos diretórios que são relevantes e devem ser salvos. Nesta lista é bom constar também o nome de quem criou a pasta, para que, caso algo não saia como o esperado, você saiba quem contatar.

Os tipos de backup


Existem basicamente três tipos de backup, cada um com suas particularidades, vantagens e desvantagens. Abaixo uma breve explicação será dada sobre cada um dos três tipos e, também, quais as situações em que cada um deles pode ser usado.

O completo


Mídias, pendrives, cds... diversas opções para backup.

Muitos especialistas recomendam fazer o chamado backup total, ou seja, salvar todos os arquivos, sempre. Mas, será que é mesmo necessário? Você pode ter um arquivo de texto que desde o último backup realizado não sofrem nenhuma alteração. Será mesmo que você precisa de várias cópias do mesmo arquivo?
Talvez, se o arquivo for realmente muito importante, seja bom guardar duas cópias dele, mas você não precisa que o arquivo esteja presente em todos os backups que fizer durante o ano.
Se for um documento do Word, por exemplo, a perda de espaço pode nem ser notada, mas quando se trata de arquivos grandes, você poderá gastar mais dinheiro em mídias do que realmente precisa.

O Diferencial


Fazer um backup do tipo diferencial exige um pouco mais de paciência e atenção. Ele consiste em salvar todos os arquivos que foram completamente alterados desde o último backup completo realizado. Para isto, é preciso saber quais arquivos foram inseridos na última cópia de segurança e também saber quais sofreram grandes modificações.
Este tipo de backup é mais utilizado por empresas que possuem um grande número de arquivos sendo modificado o tempo todo.

O Complementar


Este tipo de backup consiste em, basicamente, incluir os arquivos que foram alterados desde o último backup, independentemente se os dados foram muito ou pouco alterados. O tipo de backup realizado anteriormente também não interfere em nada, uma característica que o difere do backup diferencial, no qual só é levado em conta o último backup completo realizado.

Quando usar cada um destes tipos de backup?


A maioria das pessoas utiliza mídias regraváveis para fazer as cópias de seus arquivos. Um backup completo deve ser feito quando aquela for a primeira vez que você realiza uma cópia de seus dados.

Calma, já explico!

Esta cópia completa pode, e deve, ser atualizada depois de certo tempo, o qual varia de acordo com o volume de arquivos que foram modificados. A cada um ou dois meses é um bom tempo de intervalo entre uma cópia e outra.
O backup diferencial, por sua vez, precisa ser feito com mais frequência, já que é quem garante que seus arquivos modificados possuem uma cópia. Uma vez por semana é considerado o intervalo ideal entre uma cópia diferencial e outra.
O mais utilizado é o backup do tipo complementar, que normalmente é feito diariamente nas empresas. Claro que se estivermos levando em consideração um usuário comum, este tempo entre uma cópia e outra pode aumentar.

Backup do backup


Backup do backup também é importanteCDs, DVDs ou mesmo HDs possuem uma vida útil. Depois de muito tempo armazenado e sem uso, mesmo que seja no lugar ideal, acabam estragando e corrompendo os dados. Backup com dados corrompidos não serve pra nada, não é mesmo?! Por isso, de tempos em tempos, é bom fazer uma reciclagem dos dados e criar um backup dos backups.
Assim, você evita perder todos os arquivos de uma cópia de segurança e, de quebra, faz uma reciclagem dos dados e só salva o que realmente importa.

Dicas úteis


Dados todos os dias, aplicativo de vez em quando


É importante ter em mente que perder um arquivo pode ser mais “penoso” do que perder um aplicativo. Por isso é mais indicado que você faça o backup dos arquivos com maior frequência do que dos aplicativos. Mas não se esqueça de, de vez em quando, salvar os seus programas também.

Verifique os backups


Não há nada mais desesperador do que abrir um arquivo que está no backup e descobrir que este está corrompido. Normalmente isso acontece quando mais precisamos do documento e, pior, sempre culpamos o famoso Murphy pelo problema.
Por mais que você programe corretamente a ferramenta de backup, o disco rode e você tenha como retorno um relatório de gravação dizendo “Sucesso!”, sempre dê uma olhada se foi mesmo um sucesso, caso contrário será um fracasso mais para frente.
Os programas de backup são muito famosos por pregar peças (de muito mau gosto) em usuários que confiam plenamente nos relatórios e na eficiência deles. Não deixe para descobrir na hora do aperto que o processo de segurança não foi bem-sucedido.

Murphy não tem culpa!


Quantas cópias?


Ter só um backup de seus documentos pode ser perigoso, nunca se sabe o que pode acontecer. As mídias estragam com o tempo e também têm a tendência de simplesmente sumir. Além disso, outros imprevistos podem ocorrer, como um risco muito profundo que danifique o disco permanentemente.
Por isso, é sempre bom ter uma cópia extra, só para o caso de algo catastrófico acontecer. Tem um ditado que diz: um backup = sem backupdois backup = um backup. Não vale a pena correr o risco!

Para finalizar


A frequência com a qual você deve fazer o backup depende única e exclusivamente do volume de alterações e criações de arquivos feitas no decorrer de um dia, ou uma semana. Lembre-se que o backup veio para facilitar a vida dos usuários, e não complicar. Não faça desta atividade uma agonia para você.
Se todos os cuidados forem tomados (fazer backup frequentemente, testas os discos criados e ter mais de uma cópia), você diminui, e muito, o risco de ficar sem seus arquivos ou ter algum imprevisto. Siga as dicas e depois nos conte a sua experiência!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Manutenção de PCs: como instalar HD




Seu HD está cheio? Ou você está percebendo que dentro de pouco tempo você terá de trocar ou adquirir um novo HD? Atualmente isso é algo comum, visto que a internet está ficando cada vez mais rápida, e o resultado disso é maior agilidade na hora de baixar arquivos para o seu computador. Há um tempo atrás, encher um HD de 40GB utilizando internet discada parecia impossível. Hoje, com o surgimento de novas tecnologias, isso se tornou algo muito fácil.

Outros fatores que contribuem para que os HDs estejam atingindo a capacidade limite é o aumento do espaço em disco ocupado pelos sistemas operacionais, bem como os jogos, os quais muitos não são mais possíveis de se armazenar em DVDs comuns de 4.7GB.

Mas o que fazer quando o disco enche? Você pode optar por fazer backups, mas é muito chato ter os arquivos do computador dispersos em vários DVDs ou sabe lá qual foi a opção de backup escolhida. Não seria mais interessante se você aumentasse a capacidade de armazenamento do seu computador? Isso por ser feito ao trocar ou colocar um HD novo em seu computador.

Antes de começar...

Antes de mais nada, vale lembrar dos detalhes que devem ser levados em conta. Cuidado com a energia estática! Ela pode danificar seriamente seu computador. Leia este artigo sobre como abrir o gabinete do computador para mais detalhes sobre cuidados na hora de manusear o gabinete do computador.

É importante também que você não faça movimentos bruscos com o disco rígido. Ele é um componente frágil, e você deve manuseá-lo com cuidado.

Detalhes na hora escolher o novo HD

Consulte o manual da placa mãe e procure quais são as conexões pra disco rígido que ela suporta. A mais utilizada atualmente são as conexões SATA, mas ainda podem ser encontradas placas mãe com conectores do tipo IDE, nas quais são ligados HDs do tipo PATA.

Detalhes de um HD PATA Detalhes de um HD SATA

Se você não tiver o manual da placa, você pode encontrá-lo online, no site do fabricante. Se você não sabe qual é o modelo da placa mãe, tente verificar se ele não é informado quando você liga o computador (isso dependerá do fabricante e de configurações na BIOS). É possível também encontrar qual é o modelo da placa impresso no próprio componente.
Caso você não encontre em nenhum desses modos, também é possível utilizar programas como o System Information for Windows e Everest para tal tarefa. Outro método para verificar quais os tipos de HD que sua placa suporta é observar os detalhes dela e localizar quais os tipos de conectores que são encontrados. Mas é sempre bom olhar o manual para obter especificações mais precisas.

Conectores IDE para HDs PATAConectores para HDs SATA

Se sua placa mãe tiver suporte tanto para PATA quanto para SATA, prefira um HD do tipo SATA, pois é uma tecnologia melhor e mais atual. Leia mais sobre as principais diferenças do SATA para o PATA no artigo O que é SATA? 

Há também dois tipos de HDs SATA: SATA 1 e SATA 2. O cabo de conexão é o mesmo, e o que difere um do outro é a velocidade de transmissão de dados. Enquanto no SATA 1 os dados são transmitidos a 1.5Gbit/s, nos HDs SATA 2 a transmissão é de 3Gbits/s.

Mesmo que você não tenha certeza se a placa mãe de seu computador suporta HDs SATA 2, você pode conectá-lo à placa, pois caso ela não suporte, o HD funcionará normalmente, mas com velocidade reduzida.

Após ter escolhido o tipo e modelo de HD que você deseja comprar, você também deverá comprar um cabo para conectar o disco rígido à placa mãe do computador, caso você não possua nenhum sobrando.

Cabo SATACabo IDE para HDs PATA

Outro detalhe importante é verificar se a fonte de seu computador possui o conector de energia utilizado pelos HDs SATA. Caso ela não possua, será necessário comprar também um adaptador para esse tipo de conector.

Cabo de energia do HD SATACabo de energia do HD PATA

Iniciando o trabalho

Analise o disco

Primeiramente, analise se o HD está com jumpers inseridos, o que pode alterar as configurações. Se seu HD for do tipo SATA 2, ele poderá estar configurado de modo que velocidade dele fique limitada para SATA 1.

Se o modelo for do tipo PATA, você deverá configurá-lo como “MASTER”, caso o HD que você está inserindo seja o disco primário ou o único utilizado pelo computador, ou como “SLAVE”, no caso do disco ser secundário.

Detalhes da etiqueta de um HD PATADetalhe no jumper de um HD PATA

O modo como os jumpers afetam a configuração do disco pode ser localizado na etiqueta que fica na parte superior do disco rígido. Sempre leia a etiqueta e analise como os jumpers estão no disco antes de inserir um HD novo no computador.
Inserindo o disco
Após abertura do gabinete de seu computador, deixe-o em pé, de modo que o painel traseiro fique localizado à sua esquerda. Perceba que ao lado direito do gabinete existem espécies de gavetas. Este é o local onde o disco será fixado.

Computador com o gabinete aberto

Analise o disco rígido e note que existem locais para inserção de parafuso. Perceba também que na gaveta há “furos”, por onde os parafusos devem passar. Você irá inserir o HD na gaveta, cuidadosamente, e posicioná-lo de modo que o HD possa ser parafusado na gaveta.

Detalhes nos locais do parafusoHD inserido na gaveta

Em seguida, insira os parafusos na gaveta, e fixe o disco rígido no gabinete. É recomendado que sejam utilizados parafusos em ambas as laterais da gaveta para que o disco fique bem fixado no gabinete, pois o disco não deve se movimentar enquanto estiver trabalhando.

Fixe o disco rígido no gabinete

Insira agora os conectores de energia e de transmissão de dados. Tanto nos conectores de HDs PATA quanto nos conectores de HDs SATA, só há uma maneira de inserir os conectores no disco e na placa mãe.

Cabo SATA inserido na placaCabo IDE sendo inserido na placa
Detalhes no cabo IDE

Perceba que nos cabos IDE existem pequenas travas, as quais devem ficar para cima na hora de serem inseridas no disco. Já nos cabos SATA, o sulco do conector possui formato de “L”, o qual deve ficar orientado para baixo na hora da inserção no disco.

HD SATA com os cabos conectadosHD PATA com os cabos conectados

Pronto! Você acabou de conectar o HD ao seu computador. Após ter fechado o gabinete, ligue o computador e entre nas configurações da BIOS para ver se o disco foi detectado corretamente. Isso é feito ao pressionar a tecla “Delete” (em alguns casos a tecla pode variar – teclas como F10 e F1 podem ser utilizadas como atalho nesses casos) após ter ligado o computador.

Crie as partições no disco e finalize o trabalho.

Você deverá agora criar uma (ou mais, vai depender das suas necessidades) partição no disco para que ele possa ser efetivamente utilizado. No artigo Como criar partições no HD você pode conferir alternativas para fazer isso. Se o HD for o único existente no computador, será interessante você saber como instalar o Windows nele. Após ter realizado esses procedimentos, seu novo HD estará pronto para armazenar seus arquivos.

Como colocar a barra de ordenação no Explorer do Windows 7


Como exibir a barra de ordenação
Ao abrir uma pasta, nas versões anteriores do sistema operacional da Microsoft, você tinha sempre presente a barra de ordenação dos arquivos. Trata-se daquele pequeno “menu” no qual você podia escolher se queria exibir os documentos contidos em um diretório por nome, data de alteração, tipo, tamanho etc.
No entanto, no Windows 7, esta barra está presente somente quando você escolhe o modo de visualização “Detalhes”, ficando oculto para os outros métodos (lista, ícones grandes etc.), diferente do que acontecia no Vista. Se você sente falta desse ordenador, há uma forma simples de tê-lo no Windows 7. Abaixo, preparamos um pequeno tutorial ensinando como fazê-lo.

Pré-requisitos:

  • Classic Shell

Adicionando a barra de ordenação


Depois de instalar o Classic Shell, acesse o aplicativo. Então, na barra de execução do Menu Iniciar, localize o “ClassicExplorerSettings”.

Localizando o aplicativo

Feito isso, uma nova janela é aberta e nela você deve marcar a alternativa “All Settings”. Feito isso, acesse a aba “File Pane” e selecione a opção “Show sort headers in all views”. Clique em “OK” para confirmar a alteração.

Selecionando a alternativa

Agora, quando você abrir uma janela do Windows Explorer, independente do modo de visualização escolhido, a barra de ordenação estará sempre disponível.

A barra de ordenação está de volta!

Mas o Menu Iniciar também mudou!


O Classic Shell altera o Menu Iniciar para a versão antiga, como padrão. Mas não se desespere, bastam alguns passos simples para restaurar o Menu do Windows 7. Na barra de execução do Menu Iniciar, localize o “Classic Shell Start Menu Settings”.

Localizando a função

Em seguida, na opção “Left click opens” e em “Key opens”, selecione “Windows Start Menu Options”, como na imagem abaixo.

Consertando o Menu Iniciar

Prontinho! Agora além da barra de ordenação, o seu Menu Iniciar voltou “ao normal”.

Como compartilhar pastas do Windows 7 com outros computadores


A criação de redes de computadores domésticas tornou-se uma tarefa bem corriqueira entre as pessoas consideradas leigas no assunto. A facilidade em adquirir máquinas torna muito comum a presença de dois ou mais PCs nas casas. Com mais aparelhos, a criação de uma pequena rede é quase uma obrigação.
Ter os computadores interligados pode ser muito útil não só para jogar em rede com seus amigos, mas também para compartilhar arquivos entre uma máquina e outra. A forma de compartilhar arquivos e diretórios é diferente de um sistema operacional para outro, e hoje é a vez de você aprender todos os passos para dividir o conteúdo de PCs com Windows 7.
O legal deste tutorial é que você não precisa instalar qualquer aplicativo para fazer as modificações. Todas as configurações são realizadas nas opções que o próprio sistema operacional fornece nativamente.

Antes de começar


Para que as máquinas possam “enxergar” umas às outras, é preciso que elas estejam no mesmo grupo de trabalho. Só assim é possível compartilhar os diretórios e arquivos com os computadores conectados.
O processo para saber a qual grupo de trabalho seu computador está conectado é bem simples. Primeiro, clique com o botão direito do mouse sobre “Computador” e selecione a opção “Propriedades”.
Na tela que abrir, procure por “Nome do computador, domínio e configurações de grupo de trabalho” e veja se o campo “Grupo de trabalho” está igual em todas as máquinas que estão conectadas. Caso algum computador esteja diferente dos demais, é só clicar em “Alterar configurações” e mudar.

Como compartilhar pastas do Windows 7 com outros computadores [vídeo]

Faça você mesmo


Depois de escolher qual diretório será compartilhado, clique com o botão direito do mouse sobre ele e escolha o item “Propriedades”. Na tela que aparecer, selecione a guia “Compartilhamento” e clique sobre a opção “Compartilhamento Avançado...”.

Como compartilhar pastas do Windows 7 com outros computadores [vídeo]

Na janela de compartilhamento, habilite o item “Compartilhar a pasta” e escolha o nome com o qual a pasta será identifica na rede (não precisa ser o mesmo da original). O próximo passo é adicionar aqueles que terão permissão para visualizar o conteúdo do diretório que você está compartilhando. Para isso, clique no botão “Permissões” e aguarde alguns instantes.

Como compartilhar pastas do Windows 7 com outros computadores [vídeo]

Isso fará com que uma terceira tela seja apresentada, na qual você pode conferir quem tem acesso à pasta e com quais privilégios (leitura e escrita). Apesar de parecer confuso, o processo para adicionar novas pessoas ou grupos à lista de permissões é simples.
  1. Clique na opção “Adicionar...”, presente logo abaixo de “Nome de grupo ou de usuário”.
  2. Na tela que aparecer, selecione “Avançado...”. 
  3. Na janela que surgir (é a última), pressione o botão “Localizar agora” e aguarde alguns instantes até que a lista de computadores e indivíduos conectados à rede seja exibida.

    Como compartilhar pastas do Windows 7 com outros computadores [vídeo] 

  4. Selecione a pessoa ou os grupos que serão liberados para acessar a pasta e clique em “Ok”. Caso queira adicionar várias pessoas à lista, é só repetir esse passo diversas vezes.

    Como compartilhar pastas do Windows 7 com outros computadores [vídeo] 

  5. Quando finalizar, clique no botão “Ok” da tela “Selecionar Usuários ou Grupos”.
De volta à tela “Permissões”, confira se todos os nomes e grupos adicionados serão exibidos em “Nomes de grupo ou de usuário”. Agora, você precisa determinar quais ações (leitura e escrita) serão permitidas para cada um. Para isso, é só selecionar um item da lista e, em “Permissões para Administradores”, marcar o que ele poderá fazer (coluna “Permitir”) ou não (coluna “Negar”).

Como compartilhar pastas do Windows 7 com outros computadores [vídeo]

Para finalizar, clique em “Aplicar” e depois em “Ok” de todas as janelas de configurações abertas durante o procedimento. Para que as modificações possam ser vistas na rede, é preciso reiniciar o computador e desabilitar e habilitar novamente a conexão com a rede.